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Celebrando 465 anos de mobilidade

27/1/2019

Falar da mobilidade brasileira é falar também do vaivém da maior cidade da América Latina: São Paulo está constantemente em movimento e é nessa metrópole incansável que muitas das boas ideias no campo da mobilidade surgem e depois se espalham pelo Brasil, caso dos aplicativos de carros e bikes, das bicicletas sem estações e dos sistemas de caronas, entre outras ideias que surgiram nos últimos anos.

 

Em São Paulo, essa cidade de magnânimas dimensões, há também muita abertura para acolher novos projetos que envolvem tecnologia e mobilidade. Está na capital paulista o MobiLab, Laboratório de Inovação em Mobilidade da Prefeitura de São Paulo, que reúne startups focadas em criar aplicativos, projetos e serviços para melhorar a mobilidade, e é também na cidade que estão a maior parte de ONGs e associações dedicadas a trabalhar em prol do pedestrianismo, do maior uso da bicicleta e do estímulo ao transporte coletivo, entre outros projetos.

 

Associações como Cidade Ativa, Cidade a pé, Sampapé, Bike Anjo, Corrida Amiga, Carona a pé, Mobilize, CalçadaSP, entre várias outras, nasceram em São Paulo e se propõem a botar a boca no mundo para fazer as pessoas andarem mais, experimentarem a bicicleta, subirem em um ônibus ou metrô ou mesmo compartilharem com outras pessoas o carro – que costuma carregar apenas um indivíduo, em sua maioria.

 

Sim, tem muito ainda por fazer. E as tarefas envolvem a melhoria do planejamento urbano, o investimento nos modais sobre trilhos e no transporte coletivo, políticas públicas que favoreçam os ciclistas e os pedestres, e um olhar mais afetivo, gentil e inclusivo para esta megacidade. Vindo de todos: de quem dirige, de quem pedala, de quem caminha.

 

Os nós da mobilidade de São Paulo devem ser desatados com rigor e responsabilidade o quanto antes, pois eles atrapalham não apenas o ir e vir, mas a saúde geral de toda a população. Além do stress e do tempo parado nas ruas – o paulistano passa, em média, um mês e meio preso no trânsito por ano –, há a questão da poluição ambiental, que mata onze mil anualmente na capital paulista. E o número de acidentes também é desolador.

 

No dia 25 de janeiro, apagamos as velinhas da cidade desejando uma mobilidade mais inclusiva, mais leve, mais gentil, mais ligeira e mais sustentável. E nos inspiramos nos que já caminham nesse sentido, lutando para que São Paulo seja melhor para todos.

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