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Precisamos falar sobre segurança no trânsito

      

 

Vitor Gurman. Miriam Baltresca. Juliana Dias. Mariana Rodriguez. David Santos Souza. Anariá Recchia. Sávio Mourão. Plínio Margucci. Cleonice Ziza.

         Se você ainda não os reconheceu, lhe conto: esses são os nomes de algumas das vítimas de acidentes viários que assolam anualmente as populações das cidades brasileiras.

         Precisamos falar sobre segurança viária. Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil é segundo   país da América do Sul com o maior número de mortes por acidentes terrestres. São 22,5 a cada 100 mil habitantes, de acordo com relatório do órgão de 2015. Só fica atrás da Venezuela, que tem 37,2 vítimas com a mesma base proporcional.

         Não à toa a ONU proclamou 2011-2020 a década de ação pela segurança no trânsito. Seu relatório global de segurança viária de 2015 problematiza as 1,25 milhões de mortes anuais em vias terrestres de todo o mundo. Nos países de baixa renda, os acidentes fatais acontecem duas vezes mais do que nos países desenvolvidos.

         Há algumas sugestões no relatório da ONU que parecem básicas, mas podem transformar e até mesmo reverter essa realidade violenta, principalmente nos países em desenvolvimento. Dentre as recomendações estão a importância de aprimorar a infraestrutura das estradas; de adotar e reforçar leis de trânsito que penalizam o consumo de álcool na direção; e de endossar o uso de cinto, capacetes e cadeirinhas de segurança para crianças nos automóveis.

         Além disso, o relatório coloca que “a diminuição das mortes no trânsito só será real e bem sucedida quando o planejamento das vias levar em consideração todos os seus usuários. É importante tornar as calçadas e ciclovias lugares seguros para também endossar o uso de outros modais e reduzir a emissão de carbono, aumentando a atividade física [da população]”. O relatório está disponível na íntegra em:www.who.int/violence_injury_prevention/road_safety_status/2015/en/

        

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